A empresa farmacêutica AstraZeneca concordou em pagar US$ 6 bilhões a Daiichi Sankyo do Japão para desenvolver e comercializar um potencial medicamento contra câncer de pulmão e mama.
Esse acordo foi o segundo maior contrato oncológico que a dupla estabeleceu nos últimos dois anos.
O grupo farmacêutico sediado no Reino Unido pagará à Daiichi Sankyo US$ 1 bilhão em pagamentos parcelados, US$ 1 bilhão adicional para aprovações regulatórias e US$ 4 bilhões para negócios relacionados a vendas.
O tratamento, um conjugado de anticorpo-droga chamado DS-1062, foi projetado para atingir múltiplos tumores em cânceres malignos. Esse medicamento promete uma entrega quimioterapêutica seletiva às células cancerígenas, reduzindo a exposição geral e a toxicidade.
A AstraZeneca e a Daiichi desenvolverão e comercializarão conjuntamente o medicamento em todo o mundo, exceto no Japão, onde a Daiichi mantém direitos exclusivos.
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O anúncio de segunda-feira ocorre após os dois terem acordado uma transação de US$ 6,9 bilhões no ano passado para desenvolver outro medicamento contra o câncer, o Enhertu.
As ações da AstraZeneca subiram 13% este ano, reforçadas pelas esperanças de uma vacina contra o coronavírus que está sendo desenvolvida atualmente na Universidade de Oxford e por um canal de pesquisa e desenvolvimento que os investidores elogiaram.
As ações da Daiichi também aumentaram 20% este ano após o lançamento do medicamento para câncer de mama Enhertu.
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