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Nova técnica pode revolucionar produção de computadores

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Uma nova técnica pioneira para produzir microchips versáteis pode revolucionar a velocidade, eficiência e capacidade da próxima geração de computadores.

Pesquisadores da Universidade de Exeter desenvolveram um novo método inovador para projetar chips de computador mais fácil e mais barato que os métodos convencionais.

A descoberta poderia revolucionar a produção de materiais optoeletrônicos – ou dispositivos que produzem, detectam e controlam a luz – que são vitais para a próxima geração de tecnologias de energia renovável, segurança e defesa, disseram os pesquisadores.

A pesquisa é publicada na respectiva revista, Scientific Reports.

Dra. Anna Baldycheva, do Centro de Ciência do Grafeno de Exeter e autora do artigo, disse: “Este avanço conduzirá, esperançosamente, a uma revolução no desenvolvimento de novos materiais vitais para a eletrônica de computadores. Para uma ampla gama de outras aplicações potenciais além dos dispositivos atuais.”

A nova pesquisa inovadora focou no desenvolvimento de tecnologia versátil e multifuncional para melhorar significativamente as futuras capacidades de computação.

A equipe usou a tecnologia microfluídos, que usa uma série de canais minúsculos a fim controlar o fluxo e a direção de quantidades minúsculas de líquido. Para esta pesquisa, o fluido contém flocos de óxido de grafeno, que são misturados entre si nos canais, para construir os chips.

Enquanto os óxidos de grafeno são bidimensionais – consistindo apenas em comprimento e largura -, a equipe de pesquisa usou um novo sistema sofisticado baseado em luz para conduzir as estruturas de chips tridimensionais.

Crucialmente, a equipe de pesquisa analisou sua metodologia não só para confirmar a técnica é bem sucedida, mas também para fornecer um plano para outros a ajudar na fabricação dos chips.

A professora Dr. Monica Craciun, co-autora do estudo e professora associada de Nanociência na Exeter, acrescentou: “Estamos muito entusiasmados com o potencial deste avanço e esperamos ver onde pode levar a indústria de optoeletrônica no futuro.”

Fonte: Eurekalert

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