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EUA usou crianças para testar máscaras contra microrganismos mortais – Vídeo!

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Um filme apavorante mostra as máscaras de gás sendo testadas em crianças por cientistas governamentais que utilizavam microrganismos mortais. Essa é uma imagem perturbadora da vida na Guerra Fria.

A filmagem inquietante, que foi feita em 1960, mostra uma sala de aula cheia de crianças que recebem uma palestra sobre os dispositivos de segurança contra riscos biológicos por um visitante.

Os jovens, que são filhos de soldados, são então conduzidos para uma câmara onde a eficácia da máscara é testada usando uma mistura potencialmente mortal de microrganismos.

As crianças ficam na câmara por 10 minutos antes de serem removidas, com o narrador notando que “uma concentração muito maior do que poderia ser razoavelmente esperada durante qualquer ataque biológico” está sendo testada nelas.

O interior de suas máscaras é testado para detectar sinais de vazamento.

Durante este período da Guerra Fria, os Estados Unidos estavam ansiosos para garantir que cada eventualidade fosse preparada, com a guerra biológica ainda sendo explorada em ambos os lados do conflito.

Muitos dos principais níveis de governo achavam possível que um ataque assumisse a forma de um patógeno mortal que se espalharia rapidamente e causaria um sofrimento inimaginável para milhões de pessoas.

Vídeo:

Como tal, o governo estava determinado a garantir que cada homem, mulher e criança estivesse preparado para tal eventualidade.

Ele projetou seis tamanhos de máscaras de risco biológico e argumentou que a melhor maneira de descobrir se seus tamanhos eram adequados a todos para experimentá-los em crianças.

Antes de serem colocados na câmara de gás, cada criança tinha a cabeça medida para encontrar um tamanho adequado.

As máscaras também foram pulverizadas com óleo de banana para garantir que não vazassem.

Felizmente, nunca houve necessidade de uso dessas máscaras no continente, embora os cientistas acreditassem que, se os EUA tivessem sido vítimas de um ataque biológico, as pessoas estariam seguras.

Fonte: Daily Mail