Emissão de dióxido de carbono baterá recorde em 2018 – Gráfico!

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Espera-se que as emissões globais de dióxido de carbono cheguem a um recorde em 2018, apesar dos pedidos urgentes de cientistas e grupos internacionais para reduzirem as emissões.

Em todo o mundo, projeta-se que o uso de combustíveis fósseis bombeie para a atmosfera 2,7% a mais de CO2 em 2018 em comparação com 2017.

No ano passado, essas emissões contribuíram com 9,9 gigatoneladas de carbono. Os dados são apresentados no Global Carbon Budget, publicado online na Earth System Science Data.

O ano de 2018 marca o segundo ano consecutivo em que as emissões, que alimentam o aquecimento global, aumentaram substancialmente após um período de calma entre 2014 e 2016.

A notícia vem logo após a Quarta Avaliação Nacional do Clima, que projeta terríveis consequências econômicas, ambientais e de saúde pública nos Estados Unidos (e no mundo) se o país não reduzir suas emissões de CO2 substancialmente.

Os Estados Unidos são o maior emissor de CO2 per capita do mundo, liberando 4,4 toneladas métricas de carbono por pessoa em 2017, de acordo com o Global Carbon Budget.

Estima-se que as emissões totais de CO2 do combustível fóssil dos EUA tenham crescido 2,5% em 2018, apesar dos Estados Unidos usarem mais energia renovável do que nunca.

O gráfico à esquerda mostra a emissão bruta de CO2 em gigatoneladas. Já o gráfico à direita mostra a emissão de CO2 por pessoa. 

O relatório usa dados disponíveis a partir do início de novembro para prever as emissões para todo o ano.

No geral, a Índia terá o maior aumento nas emissões de CO2 de combustíveis fósseis em 2018 – 6,3% em relação a 2017. Isso se deve em parte ao rápido crescimento econômico e aos esforços para levar eletricidade às pessoas que vivem em comunidades rurais.

Per capita, as emissões da Índia ainda estão abaixo da média global.

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Enquanto isso, na China, o maior emissor global de carbono, esse número aumentará 4,7% em 2018. Tanto a Índia quanto a China estão tentando abandonar o carvão como fonte de energia.

Em contraste, a União Européia reduzirá suas emissões em 0,7% em 2018 graças a investimentos substanciais em energia renovável.

Fonte: Science News

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