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Existe relação entre ateísmo e inteligência? Confira!

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De Stephen Hawking a Alan Turing, muitas das pessoas mais inteligentes do mundo são atéias. Na esperança de entender a ligação entre inteligência e religião, os pesquisadores criaram um modelo baseado em evidências históricas em uma pesquisa recente.

Os resultados sugerem que a religião deve ser considerada um instinto, e a inteligência a capacidade de superar os instintos. Pesquisadores do Ulster Institute for Social Research e Rotterdam University estavam interessados ​​em entender se a religião é algo que evoluiu ou é instintivo.

O modelo estudado

A equipe criou um modelo, chamado de Modelo de Associação de Inteligência – Mismatch, que tenta explicar por que a inteligência parece estar negativamente associada a religiosidade.

Seu modelo baseia-se nas idéias do psicólogo evolucionista Satoshi Kanazawa’s Savanna – IQ Principle. Este princípio indica que o comportamento humano será sempre de alguma forma ancorado no ambiente em que seus antepassados ​​se desenvolveram.

Os pesquisadores argumentam que a religião deve ser vista como um domínio ou instinto evoluído separado, enquanto a inteligência permite que as pessoas vençam seus instintos. Superar seus instintos é vantajoso, porque ajuda a resolver problemas.

Dr. Edward Dutton, co-autor principal do estudo, publicado em Evolutionary Psychological Science, disse: “Se a religião é um domínio evoluído, então é um instinto, e a inteligência – racional resolução de problemas – pode ser entendida como envolvendo a superação de instinto e, portanto, aberto a possibilidades não-instintivas.”

Os pesquisadores também investigaram a ligação entre instinto e estresse. Eles sugerem que a inteligência ajuda as pessoas durante os momentos estressantes a controlar seus instintos.

Dr. Dutton disse: “Se a religião é realmente um domínio evoluído – um instinto -, em seguida, ele será aumentado em momentos de estresse, quando as pessoas estão inclinadas a agir instintivamente, e há clara evidência para isso.

Isso também significa que a inteligência nos permite fazer uma pausa e raciocinar através da situação e das possíveis consequências de nossas ações”. Os pesquisadores acreditam que as pessoas que são atraídas para o não instintivo são potencialmente melhores solucionadores de problemas.

Dra. Dimitri Van der Linden, co-autora do estudo, acrescentou: “Isso é importante, porque em uma ecologia em mudança, a capacidade de resolver problemas se tornará associada com o controle de nossos instintos, tornando-nos atraídos por desajustes evolutivos.”

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Thomas Edison

Edison foi descrito como um dos maiores inventores dos EUA, e é mais conhecido pela invenção da lâmpada em 1879. Ele disse: “Nunca vi a menor prova científica das idéias religiosas do céu e do inferno, da vida futura para os indivíduos ou de um Deus pessoal”.

Neil deGrasse Tyson

Tyson é um astrofísico americano e comunicador científico. Ele se descreve como agnóstico, ao invés de ateu. Em uma entrevista recente, ele disse: “Eu permaneço não convencido por qualquer reivindicação que alguém fez sobre existência de uma força divina que opera-se no universo.”

Rosalind Franklin

O trabalho de Franklin foi crítico na descoberta de Watson e Crick da estrutura da dupla hélice do DNA. Em uma de suas cartas, ela disse: “Eu mantenho que a fé neste mundo é perfeitamente possível sem a fé em outro mundo.”

Alan Turing

Turing, foi chamado o “fundador da informática e da inteligência artificial” e era famoso para seu trabalho no parque de Bletchley. Ele acreditava em deus quando adolescente. Mas ele abandonou sua religião quando um amigo morreu de tuberculose e ele decidiu que o materialismo tinha mais sentido do que a religião.

Stephen Hawking

Hawking é conhecido por seu trabalho nas leis básicas que governam o universo. Ele fez sua incredulidade em Deus muito clara e famosa quando disse: “A ciência pode explicar o universo, não precisamos de Deus para explicar por que há algo em vez de nada”.

 

Fonte: Daily Mail