Cientistas descobrem como descobrir esquizofrenia precocemente

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Pesquisadores sugeriram que o pode ser possível determinar o desenvolvimento da esquizofrenia a partir de um padrão particular no cérebro das pessoas.

Publicado na revista Nature Communications, cientistas da Universidade de Yale, em Connecticut, usaram imagens de ressonância magnética de pessoas que apresentavam alto risco de psicose, e descobriram que houve um aumento na atividade em uma rede responsável por várias funções cerebrais.

Segundo o site Psychology Today, a equipe coletou imagens de ressonância magnética de pessoas que haviam sido diagnosticadas com psicose, mas que ainda não haviam sido tratadas com antipsicóticos. Imagens do cérebro de um grupo de voluntários saudáveis ​​foram usadas como controle.

Usando algoritmos de aprendizado de máquina, a equipe foi capaz de ver um padrão nos cérebros dos pacientes com psicose, chamado hiperconectividade, especificamente no córtex temporal superior (STC) do cérebro.

Notavelmente, aqueles com sinais precoces de esquizofrenia exibiram menos comunicação entre o STC e outras partes do córtex.

“A esperança é que este biomarcador possa ser usado na triagem de segundo estágio após a identificação de outros fatores de risco para a esquizofrenia”, disse Dr. Tyrone Cannon, professor de psicologia e psiquiatria e autor sênior do estudo, em um comunicado.

Ser capaz de descobrir esquizofrenia precocemente é importante para o tratamento da doença, que geralmente começa a afetar pessoas no final da adolescência ou próximo aos vinte anos.

Os sintomas da esquizofrenia incluem mudanças no comportamento, delírios e alucinações, levando a pensamentos confusos.

No início deste ano, um estudo sugeriu que ser criativo poderia aumentar o risco de esquizofrenia em até 90%. E no ano passado, outro estudo disse que quase 80% do fator de risco para esquizofrenia era genético.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 21 milhões de pessoas são afetadas pela esquizofrenia, sendo as vítimas duas a três vezes mais propensas a morrerem mais cedo do que a população em geral.

Mas é tratável, portanto, encontrar sinais disso logo no início pode ser muito importante para ajudar no encaminhamento do tratamento.

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Fonte: IFLS

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