Fazer as crianças se alimentarem bem pode ser um desafio e causar tensões entre familiares.
Nancy Bostock, consultora pediátrica, recomenda seis estratégias para lidar com crianças seletivas e formas saudáveis de falar sobre comida com os pequenos.
Ansiedade e alimentação infantil: um ciclo que preocupa
Nancy Bostock, pediatra do Cambridgeshire e Peterborough NHS Foundation Trust, trabalha em áreas de gestão de peso infantil e saúde mental pediátrica, além de atuar no desenvolvimento da estratégia alimentar do novo Hospital Infantil de Cambridge. Ela enfatiza estar preocupada com as mensagens confusas que crianças e pais recebem sobre alimentação.
“Os pais recebem tantos conselhos diferentes que podem acabar adotando atitudes que não ajudam seus filhos”, explica Nancy.
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Seis dicas para promover uma relação saudável com a comida
1. Reconheça que ansiedade alimentar pode começar cedo. Pressões para amamentar ou preocupações com aspectos normais do recém-nascido, como perda moderada de peso ou icterícia, geram culpa nos pais e foco exagerado na comida.
2. Confie que a maioria das crianças come e bebe conforme a própria fome e sede. A preocupação excessiva em controlar o que e quanto a criança consome pode atrapalhar a relação natural com a comida.
3. Valorize o aspecto social das refeições. Questionar se as refeições em família são momentos felizes, relaxados e cheios de conversas pode ajudar a criar uma experiência positiva ao redor da comida.
4. Permita que a criança gerencie seu apetite. Menos intervenções parentais e mais confiança no corpo da criança para dizer o que precisa ajudam na auto regulação do consumo alimentar na vida adulta.
5. Evite chantagens alimentares, como “sem sobremesa se não terminar o prato”. Isso pode levar a criança a comer mais do que precisa só para ganhar doces, prejudicando a percepção natural da saciedade.
6. Ofereça alimentos nutritivos e saborosos sem associá-los à obrigação. Entenda que nosso desejo por alimentos doces e calóricos tem base evolutiva, mas o ambiente atual exige orientar o consumo consciente para o bem-estar.
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Essas orientações respaldadas pela ciência ajudam pais e cuidadores a cultivarem hábitos alimentares saudáveis desde cedo, garantindo que as crianças cresçam com uma relação equilibrada e positiva com a comida.